terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Amor

Há algum tempo atrás num teste de Português foi-me proposto fazer um texto sobre o amor. Fiquei um bocado aflita, pois para além de só já ter 10 min para o fazer, acho que um texto sobre o amor é mesmo dificil de escrever, sendo que este é o sentimento mais complexo e dificil de explicar que conheço. O resultado não foi dos melhores (estava sob pressão), mas mesmo assim gostaria de partilhar aqui, por isso, aqui vai:

Amor... Amor que nos faz sorrir, que nos faz chorar, que nos faz sonhar. O amor que pode ter tantos significados, tantos estados de espirito. Amor que ninguém ama, mas que tudo faz amar. Este é aquele que faz milagres, que faz perdoar quando não se perdoa, que faz descobrir quando não se descobre. Amor é uma inconstância de emoções. Uns dizem que o amor é a coisa mais bela do mundo, mas outros o contrário dizem. Assim, me pergunto: Será que o amor não depende das pessoas que amam? Umas são felizes, outras menos felizes, por isso acho que o amor pode ser como um espelho: Sorri quando lhe sorrimos. Basta acreditar, basta sonhar e o amor vai-nos agradar.
Será que devemos ser fiéis no amor quando ele tanto nos trai? Será o amor tão importante que à loucura poderá levar? São perguntas sem resposta. Tudo depende de tudo, tudo depende de todos.
Amor de amigo, amor de mãe, amor de noivo. Qual deles será o melhor? Não dependerá do amor que teremos por alguém? Não dependerá da fidelidade que teremos por esse amor?
Chego agora à conclusão que o amor são perguntas sem resposta, às quais não valerá a pena tentar responder.

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